sábado, 14 de abril de 2018





A Sociedade do Anel - Numa cidadezinha indolente do Condado, um jovem hobbit é encarregado de uma imensa tarefa. Deve empreender uma perigosa viagem através da Terra-média até as fendas da Perdição, e lá destruir o Anel do Poder - a única coisa que impede o domínio maléfico do Senhor do Escuro.


Talvez não seja possível numa história longa agradar a todos em todos os pontos, nem desagradar a todos nos mesmos pontos;

Os hobbits... amam a paz e a tranquilidade.

A estrada em frente vai seguindo
Deixando a porta onde começa.
Agora longe já vai indo,
Devo seguir, nada me impeça;
Por seus percalços vão meus pés,
Até a junção com a grande estrada,
De muitas sendas através.
Que vem depois? Não sei mais nada.

Folha e relva, árvore e flor
Deixa passar aonde for.

Ali está meu coração; mas meu destino não é me acomodar em paz.

Mas muitas vezes a verdade se esconde nas mentiras.

E esta é outra razão pela qual o Anel deve ser destruído: enquanto permanecer no mundo, representará um perigo mesmo para os Sábios. Pois nada é mau no início. Até mesmo Sauron não era. Tenho medo de tomar o Anel para escondê-lo. E não vou tomá-lo para fazer uso dele. 

Que um herói só tem um papel pequeno nos grandes feitos.

E embora atualmente o amor e a tristeza estejam misturados em todas as terras, talvez o primeiro ainda cresça com mais força. 

O trabalho que nunca se começa é o que mais demora para terminar.


Namárie - Adeus! 


— Não importa. Aberdeen está oficialmente acabada. Todo mundo pode seguir com a vida.
— Alguns de nós não querem seguir com a vida.


Eu adorava dias chuvosos. O conforto de se esconder dentro de um suéter folgado. De meias grossas e galochas. De se aconchegar com a melhor amiga para compartilhar o guarda-chuva pequeno demais dela. O jeito sonolento, preguiçoso como um dia pode passar quando não há um único raio de sol no céu. 



Por que mexer em uma ferida que está tentando cicatrizar?



E você não vai encontrar tempo a menos que invente tempo.



ESTARÁ ABERDEEN AFUNDANDO?



Morgan sempre fora a pessoa mais importante da minha vida, mas em certas ocasiões eu me preocupava, pensando se o mesmo ainda valia para ela. Mas lá estava nossa amizade, nos envolvendo como se o zíper de um casaco fosse fechado, pronto para enfrentar a tempestade.



As pessoas dizem que às vezes é preciso uma tragédia para colocar nossas vidas em perspectiva e mostrar o que realmente importa.



Era incrível, de verdade, meu talento para encontrar luz mesmo no fim dos túneis mais escuros.



Concluí que a melhor maneira de conseguirmos superar a insegurança era fazendo graça de nós mesmos. 



Amizade é uma via de mão dupla.



Para eles, regras, estrutura e hierarquia haviam sido derrubadas como a barreira de areia que construíramos para nos proteger. Eles vagavam livremente pelos corredores, usavam celulares de maneira descarada.

Apenas o fato de ser tocada, ter as mãos de alguém ao meu redor, me querendo, fazia com que cada terminação nervosa do meu corpo fosse amplificada, sua intensidade lá no alto. Não conseguia acreditar que eu me tornara a garota que sempre observara de longe com inveja, a menina nos braços de Jesse.




Não tem nada a ver com dinheiro. E sim com nossa identidade. Minha família reside em Aberdeen há mais de cento e cinquenta anos, em uma rua batizada em homenagem ao meu trisavô. Não vamos encontrar isso em outra cidade. É o tipo de coisa pela qual vale a pena lutar.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Ninguém nunca disse que a vida seria justa.


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Gosto de deitar a seu lado quando está tarde, escuro e tão silencioso que ouço as batidas do meu coração. É em momentos como esse que tenho certeza de que estou amando.


Nos filmes sempre é possível saber quando as pessoas devem ficar juntas, pois a música envolve o ambiente - tolo, mas é verdade.


Tente não me julgar. Lembre-se de que somos iguais, eu e você. Também pensei que fosse viver para sempre.


É engraçado, não é? Quando se é novo, só se quer crescer, e depois só se quer voltar a ser criança.


Costumava pensar que o amor era isso: conhecer alguém tão bem que é como se ele fosse parte de você. Mas sinto cada vez mais que não o conheço.


Ao sair do ginásio penso em como as pessoas são estranhas. Você pode vê-las todos os dias -  e pensar que as conhece -  e depois descobrir que não conhece nada.


É a coisa mais esquisita. Sou popular - muito popular -, mas não tenho tantos amigos. O que é mais estranho é que é a primeira vez que percebo isso.


Desculpe por sempre ter sido péssima. Desculpe por haver alguma coisa errada comigo.


Mas para alguns de nós só existe hoje. E a verdade é que nunca se sabe.


É, bem, vai ver estou mudando. - Também não queria dizer essas palavras, até escutá-las. Então, penso que pode ser verdade, e sinto uma ponta de esperança. Talvez ainda haja chance para mim, afinal. Talvez eu precise mudar.


É possível namorar sério alguém que não a conhece de verdade?


Mas acho que Izzy não se importa. Eis mais uma coisa que acho engraçada: minha irmã de 8 anos ser mais corajosa do que eu. Ela, provavelmente, é mais corajosa do que a maioria das pessoas do Thomas Jefferson. Fico imaginando se isso um dia vai mudar, se será arrancado dela.


"Não se pode voltar para casa" - é que os lugares não necessariamente mudam, mas as pessoas, sim. Então, nada parece igual.


Acho que o segredo é esse, se você gostaria que as coisas voltassem a ser como antes. Basta olhar para cima.


Você não precisa de concerto.


Percebo que nunca fiz nada de bom de verdade para alguém, pelo menos há muito tempo não faço.


- Naquele dia prometi que seria o seu herói também, independente de quanto tempo demorasse - ele sussurra.


A gravidade não é responsável por quem cai de amor.


É como a brincadeira que costumávamos fazer quando éramos pequenas, em que tínhamos que evitar todos os buracos na calçada, caso contrário significaria que mataríamos nossas mães.


De agora em diante, farei as coisas direito. Serei uma pessoa diferente, uma pessoa boa. Serei o tipo de pessoa que seria bem-lembrada, não apenas lembrada.


Examinando o meu rosto com os olhos, fazendo aquela coisa que faz eu me sentir como se ele estivesse me virando do avesso e olhando diretamente para o meu coração.


— É tarde demais — ela diz.
 — Nunca é tarde demais — digo. 

segunda-feira, 9 de abril de 2018

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Título: Antes que eu vá 
Título original: Before i fall
Autor(a): Lauren Oliver
Editora: Intrínseca 
Avaliação: ☆☆☆☆


Sinopse: Samantha Kingston tem tudo: o namorado mais cobiçado do universo, três amigas fantásticas e todos os privilégios no Thomas Jefferson, o colégio que frequenta — da melhor mesa do refeitório à vaga mais bem-posicionada do estacionamento.

Aquela sexta-feira, 12 de fevereiro, deveria ser apenas mais um dia de sua vida mágica e perfeita. Em vez disso, acaba sendo o último. Mas ela ganha uma segunda chance. Sete “segundas chances”, na verdade. E, ao reviver aquele dia vezes seguidas, Samantha desvenda o mistério que envolve sua morte — descobrindo, enfim, o verdadeiro valor de tudo o que está prestes a perder.



Ninguém nunca disse que a vida era justa.

Se você tivessem que reviver um dia várias vezes, qual escolheriam? 



Sabe aquele livro que te faz refletir sobre as suas ações com as pessoas a sua volta? E te faz pensar sobre a consequência de uma atitude tomada? Esses são alguns aspectos abordados no livro. 

                                                                                                                                                                                           Google imagens
A personagem principal, a protagonista que dá voz ao livro que é escrito em primeira pessoa é Samantha Kingston, uma adolescente do ensino médio. Sam está sempre se divertido com suas amigas Lindsay, Ally e Elody. No inicio, a história me parece sobre um grupo de patricinhas que gostam de zoar com os outros, se sentirem superior e pensar em garotos. 

Sobre Sam: É o centro das atenções por onde passa com suas amigas. Tem o namorado “perfeito” e é amada por todos. Será mesmo? Na verdade, Sam não era/é assim. Ela se mudou para se encaixar na sociedade, porém não alterou seus aspectos físicos, e sim sua essência. Tudo para ganhar o título de popular do colégio. Tudo de forma tão automática que ela chega a não perceber.

Vejo nisso, um pouco de todos nós. Quem nunca se transfigurou ou pensou em mudar para se encaixar em algum lugar? Para fazer “amigos”? E quando as pessoas não te aceitam você fica triste, cabis baixo. E as vezes pensamos por que não sou como “fulano”.

"Mas não vou mentir. Gosto que tudo seja tão fácil para nós.É uma sensação boa saber que você pode fazer o que quiser e que não haverá nenhuma consequência. Quando sairmos do colégio, vamos olhar para trás e saber que fizemos tudo certo, que beijamos os caras mais bonitos, fomos às melhores festas, fizemos bastante besteira, ouvimos música alto demais,fumamos cigarros demais, bebemos demais,rimos demais e ouvimos de menos, se é que ouvimos alguma coisa. Se o colégio fosse um jogo de pôquer, Lindsay, Ally, Elody e eu estaríamos com oitenta por cento das cartas."

Na verdade, Sam, já ficou do outro lado da cerca, os chamados não populares, porém parece que se esqueceu disso ou quer esquecer. E tudo isso mudou quando ela Lindsay falou com ela em uma festa, logo as duas se tornaram amigas e tudo o que Sam um dia gostou de fazer, como andar a cavalo, foi esquecido. E as outras meninas entraram no grupinho. Apesar de tudo, das loucuras e atitudes meio loucas de todas elas a amizade é verdadeira. Como aquele ditado: uma por todas e todas por uma.

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Mas, tudo isso muda no dia 12 de Fevereiro, na sexta feira dia do cupido, um evento na escolar onde as pessoas trocam rosas umas com as outras. Um dia muito importante para comprovar a sua popularidade na frente de todos.

A quantidade de rosas que você recebe é uma questão importante. Dá para dizer quem é popular ou não pelo número de flores que carrega.

Quando começo a ler o livro penso "cara, essas meninas são mesmo umas vacas! Por que elas agem assim?" E certas, ações de Sam me deixam intrigada me pergunto quem ela realmente é, ás vezes, ela parece um robô. Começo a me chatear com ela e com todas as outras por fazerem mal para as outras pessoas como se fosse a coisa mais normal do mundo. O legal é que Lauren sempre coloca frases que causa um impacto muito grande.

Tente não me julgar. Lembre-se de que somos iguais, eu e você.

Depois, durante a noite há uma festa na casa de Kent (o carinha mais bacana da história ❤ ) ex- amigo de Sam e completamente apaixonado por ela, o que eu não consigo entender de imediato. Após a festa, as meninas acabam sofrendo um acidente de carro. E a partir desse momento Sam passa a acordar no mesmo dia 12 de fevereiro. E começa a tentar encontrar uma forma de mudar o seu destino.


No decorrer do tempo, ela percebe o quão estava sendo ruim com os outros, com sua família e conhecidos. Começa a se perguntar o por que daquilo está acontecendo com ela mas, ela faz de tudo para aproveitar o dia para tentar consertar porém, ela sempre acordar no mesmo dia na outra manhã. Chega em um ponto que ela nem liga mais, faz o que quer durante um dia, e depois percebe que aquilo tudo não importava e que no fundo ela precisava mudar. 

De agora em diante, farei as coisas direito. Serei uma pessoa diferente, uma pessoa boa. Serei o tipo de pessoa que seria bem-lembrada, não apenas lembrada.

Então, ela muda, olha para sua família, conversa e tudo parece fazer mais sentido.

Sei que ela está esperando que eu responda que sim. Durante anos esse foi o assunto da casa: Sam só quer ficar sozinha. Quer jantar? Vou levar para o meu quarto. Para onde você vai? Só quero ficar sozinha. Posso entrar? Me deixe sozinha.Saia do meu quarto. Não fale comigo quando estou ao telefone. Não fale comigo quando estou ouvindo música. Sozinha, sozinha, sozinha.

É, bem, vai ver estou mudando...


Percebe que Rob, o seu atual namorado é um babaca e se aproxima de Kent. 

Uma imagem de Kent me passa pela cabeça e a afasto imediatamente. ...E Rob. Rob, é claro.

E tentar arrumar as coisas com Juliet, a garota que sofre bullying de toda escola, principalmente das amigas. E no fim a história gira ao redor de Juliet e Sam, pois ela percebe que para parar o que está acontecendo é preciso ajudar Juliet. E ela faz isso, no fim. 

— É tarde demais — ela diz. 
— Nunca é tarde demais — digo

3 Aprendizados que Antes que eu vá traz

1. Aproveite cada segundo:

Olhe a natureza, curta sua família, faça coisas que você gosta, se divirta com suas amigas dentre outras coisas. A vida pode está perto do seu fim, e você nunca vai saber o dia, nem a hora. 

Mas para alguns de nós só existe hoje. E a verdade é que nunca se sabe.

2. Repense suas ações:

Se pergunte se suas ações podem ou não serem boas futuramente para você e para os outros. Afinal estamos todos conectados. Você sempre pode fazer algo por alguém, até um sorriso pode mudar tudo.

Percebo que nunca fiz nada de bom de verdade para alguém, pelo menis há muito tempo não faço.

3. Um assunto que deve ser falado: Bullying

Acho que essa á a maior mensagem desse livro, a prática do bullying dentro da escola. Como isso pode resultar em uma tragédia. Não é a toa que há um grande número de suicídios no mundo inteiro, esse assunto precisa ganhar vozes nas escolas.

Você não precisa de conserto.



E é isso. Tem a adaptação cinematográfica desse livro, foi lançada ano passado(se não me engano) ainda não assistir mas, quero muito ver esse filme, eu gosto de ler primeiro e depois assistir pra ver se as coisas se parecem com as que eu imaginei haha.

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